BOMBAAA: Bem-bom é bom, mas dá trabalho, painho!!!



Animal com fama de bom reprodutor é lucrativo para o dono. Principalmente o macho que, em berço esplêndido, pode fecundar inúmeras fêmeas. Isso na pecuária. Mas na nossa sociedade, um garanhão que quer fazer a festa precisa arcar com as consequências. Porque fazer filho não é tão difícil, mas criá-lo exige esforço, carinho e compreensão.

Aqui em Caxias temos um exemplo clássico disso: Paulo Painho. Por onde o homem passa, deixa um pouquinho do gene da picaretagem. São garotos e garotas em todos os recantos da Princesa do Sertão, zonas urbana e rural. Para ele, só prazer; para as mães, todos os encargos de criar os rebentos. Até que a paciência acaba.

Aí entram em cena a Justiça e a Polícia cobrando as pensões atrasadas. Painho foge, pula o muro e vai se abrigar com algum de seus correligionários. Na rota de despiste, crianças dos mais diversos tamanhos, idades e raças gritam: “A bênção, Painho!”. Ele corre mais rápido, para não dar um trocado aos abençoados.

É muita fertilidade, pouca seriedade

A lista de filhos buscando reconhecimento de paternidade é enorme, talvez do mesmo tamanho da criminal. Os pequenos querem, mais do que dinheiro, atenção e bons conselhos. O danadão caxiense, quando consegue fugir da Justiça e da Polícia, mas não dos filhos das mães, solta a pérola, que se fosse boa não dava, vendia: “Cresça, entre na política e venha ver Painho. Aí a gente conversa”.




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