Edivaldo Júnior volta a paralisar obras de reforma no Hospital da Criança em São Luís

Edivaldo Júnior volta a paralisar obras de reforma no Hospital da Criança

Prefeito de São Luís já recebeu todo o repasse federal para a obra, pouco mais de 2,2 milhões de reais

Passados três meses do período chuvoso, quando os trabalhos deveriam estar em nível avançado, as obras de reforma de ampliação do Hospital Odorico Amaral de Matos, o Hospital da Criança, no bairro da Alemanha, em São Luís, estão paralisadas.
É o que mostra imagens enviadas por WhatsApp aoAtual7, feitas por um leitor no início desta semana, no amontoado de buracos, vigas de concreto, pedaços de pau e escadas abandonados pela empresa Gomes Sodré Engenharia Ltda, responsável pelo empreendimento que está longe de uma maquete apresentada pela Prefeitura de São Luís.
Em maio passado, o local por pouco não virou palco de duas tragédias, quando foi completamente tomada pelas águas águas da chuva, que invadiram quase todas as dependências da unidade. Na época, imagens que correram as redes sociais mostraram o desespero de pais e funcionários para salvar as crianças que se encontraram internadas no hospital.
Orçada em quase 15 milhões de reais, a reforma se arrasta desde outubro de 2013, primeiro ano de gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), e prevê a construção de espaços para a realização de exames especializados de ultrassom e tomografia computadorizada, 25 enfermarias, centro cirúrgico com quatro salas de grande porte, uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com 11 leitos, além salas de espera com 91 lugares.
Passados quase dois anos, e restando apenas sete meses para a entrega, a obra já foi paralisada por pelo menos quatro vezes.
O curioso é que, apesar do estado de descaso e de abandono em que a obra de reforma de aplicação do Hospital da Criança foi deixada, Edivaldo Júnior já recebeu todo o dinheiro do governo federal, pouco mais de 2,2 milhões de reais, que - pelo pouco que foi feito até agora no local, como atestam as imagens - não se sabe onde foi parar.
Fonte e Redação: Atual 7

Postar um comentário

0 Comentários