Os militares envolvidos na intervenção federal no Rio de Janeiro querem que seja definida com clareza a garantia legal para que os bandidos que estejam portando armamento pesado, como fuzis, possam ser sumariamente eliminados. 
Só assim, acreditam, a operação poderá ter êxito.O simples policiamento já mostrou que é ineficaz. Ajuda num primeiro momento a dar uma sensação de segurança, mas não ataca a raíz do problema.
Ouvido pela Coluna, um militar da reserva que já esteve em ações desse tipo disse que " o criminoso com fuzil tem de ser tratado como um inimigo a ser aniquilado".
O AK-47, apesar de parecer obsoleto, é a arma preferida da bandidagem carioca. 
Ela é prática e pesa menos de 4,5 quilos, o que permite seu uso pelos adolescentes.
Além disso, seu custo é razoavelmente barato, cerca de R$ 20 mil. 
R7