Anderson Pêgo: Declarações contraditórias


O vereador por Timon (MA), Anderson Pêgo (PRB), tem comentado nas rodas de conversa pelas ruas da cidade e nas redes sociais, supostos esquemas que envolveria a Câmara Municipal. O parlamentar que se esquiva das próprias denúncias sem apresentar provas, entoa um discurso demagogo que imputa a todos os demais edis, a condição de usurpadores do erário público e promete fazer uma “faxina” na Casa do Povo, através de futuras declarações na tribuna que pode ou não, estremecer os alicerces da Casa de Leis.

O posicionamento do vereador republicano brasileiro de Timon têm afetado a relação interpessoal com os demais edis, que veem com desconfiança a personificação “Moro” fantasiada pelo vereador Pêgo.

Eleito pela coligação “Unidos Pra Vitória” (PHS/PRB/PROS), Anderson Pêgo fez parte da base de apoio do candidato à prefeito derrotado e atual Deputado Estadual, Alexandre Almeida, do qual é braço direito e confidente. A aproximação de ambos é tão grande, que segundo informações, o vereador estaria morando na casa do deputado.

Na onda de Anderson Pêgo passar a Casa do Povo de Timon à limpo, o demais parlamentares questionam esta conduta contraditória, uma vez que o irmão do vereador, o mega empresário Adson Pêgo está enrolado com a Justiça.

Adson é réu no Inquérito Policial de nº 46/2003, do qual foi denunciado pelo crime de atentado violento ao pudor (Código Civil, artigo 214). O irmão do vereador, segundo costa nos autos, tentou ato libidinoso com violência contra uma jovem, cujo nome está sendo preservado.

Além de ser irmão do vereador Pêgo, Adson também é amigo íntimo do deputado Alexandre Almeida, para o qual trabalhou na função de Assessor de Gabinete. 

O que chama a atenção neste caso, é que o processo estagnou na 1ª instância do Tribunal de Justiça do Piauí, mesmo tendo passado 14 anos do cometimento do delito. O Tribunal de Justiça do Piauí tem como presidente o sogro do deputado Alexandre Almeida.

O caso está sendo apurado pelo Ministério Público que já intimou de forma antecipada o réu a depor por várias vezes, mas, por meio de sua defesa, Adson tem conseguido protelar seu testemunho em audiências apresentando incontáveis atestados motivados por viagens, negócios da empresa dele e de saúde. Vale lembrar que apesar da morosidade da Justiça, este crime não prescreve.

Vereador Anderson Pêgo, empresário Adson Pêgo e Deputado Estadual Alexandre Almeida
Diante das contradições entre o atuar como vereador e defender o justo, acredita-se que Anderson Pêgo entenda que: “Não basta cobrar dos outros o que é certo ou errado, é preciso ser um exemplo, a começar pela família!

Mas, se o ditado acima não encaixar na filosofia política do parlamentar, a família da jovem arrolada como vítima no processo e toda a população que lembra e acompanha o caso, têm uma certeza, “A Justiça tarda, mas, não falha”.

Fonte e Redação: Capital do Leste