"São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar". Maquiavel. 
O Enigma Político de hoje homenageia o príncipe Nicolau Maquiavel na capa desta página para trazer inspiração nos relatos dos bastidores da política caxiense, em uma série de 5 capítulos reveladores sobre os últimos acontecimentos que estavam até segundos antes de você amigo leitor visualizar as primeiras entrelinhas expressa em linguagens binárias e subliminares. O intuito é dar um choque de realidade para aqueles ditos "poderosos" baixarem mais a bola seja em qual âmbito for, afinal, como o próprio Maquiavel dizia: "Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis".

JUDAS REJEITADOS

As bocas miúdas confidenciaram que três novatos teriam organizado um cartel simbólico de "70" favores com a mediação de uma raposa velha que retornou à casa legislativa para tentar convencer um determinado "grandão" a ficar com a maior parte do rebanho e coroar um rei de sua preferência em um determinado "trono". Um deles estaria na época fazendo jogo duplo e não gerou muita surpresa quanto ao mau-caratismo "panorâmico" e detentor de um sorriso "falsiane" para rei nenhum botar defeito. Mas o que muita gente não sabia é que o segundo farsante além de ter se sujeitado ao oferecimento sigiloso, traidor e rejeitado de forma constrangedora, hoje posa de bom moço, achando que apenas pegando na mão de todo mundo garantirá sua reeleição que ao invés de tentar agasalhar quem de verdade lhe ajudou, está mesmo preste a dar sombra aos IMPIOS, achando que poderá fugir de um futuro grupo dos desesperados na próxima disputa, sendo que está prestes mesmo é de entrar na famosa "boca do lobo". E o terceiro? Bom, a fonte revelou, mas esse é o enigma político difícil ou fácil para muita gente curiosa decifrar.

CASTELO DE CARTAS

Como num castelo de cartas, todos nós temos objetivos e planejamos nossos caminhos.
Quanto maior é o nosso interesse, maior é o rol de conchavos e vínculos que temos que tecer, e mesmo os mais espertos, os políticos, cometem erros. Estão a tanto tempo nesta berlinda, que não percebem que vivenciam em uma onda senoidal, num momento estão no topo da conquista, em outro, estão tangenciando o limite da derrota. Na tentativa de corrigir desvios mal planejados, vemos que maiores são as incidências de erros. Esta situação se assemelha a um Castelo de Cartas, quando cai uma carta derruba outra, na tentativa de se arrumar a caída, derruba-se outras, e nas tentativas subsequentes estão derrubando todas as outras.

O BOM CABRITO NÃO BERRA

Desconfie quando você tentar resolver uma situação na política de grande urgência ou relevância, e estiver uma porta que separe a agilidade da eficácia, pois terá que amargar a inutilidade do ágio ou a inoperância do eficaz. O mais prazeroso neste jogo de um jogando para o outro, é a tal inoperância dissimulada em que ambas as partes esquecem que o jogo vira de forma fulminante, igual a um "efeito dominó". Efeito esse que só acontece quando a soberba impera nos pilares dos sabidos. Pois "o erro do sabido é pensar que todo mundo é besta", e o que os praticantes dessa brincadeira acabam esquecendo que -  "o bom cabrito não berra" - só na hora e no momento certo, caso seja desapontado pelo não cumprimento da honra da palavra ou subestimação de sua inteligência. Que o diga os clãs derrotados em outrora, sendo que um desses em um passado nao muito distante e reinados que até já nasceram com seus prazos de validades por conta destas mesmas práticas "benevolentes".