Arqueólogos espanhóis encontraram múmia muito bem conservada em Luxor, no Egito (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)Arqueólogos espanhóis encontraram múmia muito bem conservada em Luxor, no Egito (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)

Descoberta aconteceu em templo erguido por faraó da dinastia Tutmés III.
Sarcófago de cores vivas estava em tumba que pode ter mais de 3 mil anos.

Da France Presse
Arqueólogos espanhóis descobriram uma múmia faraônica milenar, "em muito bom estado", em uma tumba perto de Luxor, sul do Egito, anunciou neste domingo (13) o Ministério de Antiguidades.
A descoberta aconteceu perto de um templo construído pelo faraó da XVIII dinastia Tutmés III (1479-1425 a.C.) no leste de Luxor, um museu a céu aberto a 700 km do Cairo.
"A múmia, muito bela, coberta por camadas de linho engessadas, está em muito bom estado", segundo o comunicado do ministério.
Múmia foi descoberta perto de um templo construído pelo faraó da XVIII dinastia Tutmés III, no leste de Luxor, um museu a céu aberto a 700 km do Cairo (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)Múmia foi descoberta perto de um templo construído pelo faraó da XVIII dinastia Tutmés III, no leste de Luxor, um museu a céu aberto a 700 km do Cairo (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)
Ela foi encontrada em um sarcófago de madeira de cores vivas, em uma tumba que poderia ser do Terceiro Período Intermediário (1075 a 664 a.C.) e cujo proprietário seria um homem da nobreza, Amenrenef, que leva o título de "servidor da casa real", segundo o texto.
Luxor, cidade de 500 mil habitantes no sul do Egito, é famosa por seus templos faraônicos às margens do Nilo.
Sarcófago de madeira tem cores vivas e foi achado em tumba que poderia ser do Terceiro Período Intermediário (1075 a 664 a.C.), em Luxor, no Egito (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)Sarcófago de madeira tem cores vivas e foi achado em tumba que poderia ser do Terceiro Período Intermediário (1075 a 664 a.C.), em Luxor, no Egito (Foto: STRINGER/EGYPTIAN ANTIQUITIES MINISTRY/AFP)
Fonte: G1