Lei da sobrevivência e seus costumes pela falta da meritocracia. 


Lideres que não trabalham baseados em “meritocracia”, se cercam de bajuladores, pois os terá como “servos”, para concordarem com suas ideias e objetivos, trabalhando em comum acordo nos pressupostos projetos de evolução, em sua maquina administrativa.

Os chefes que trabalham com este contexto, se esquecem de uma verdade absoluta, os servos além de concordarem com suas ideias, buscam status e privilégios, em suas carreiras.
Criarão distorções da realidade, levando estes supostos “chefes” a cometerem erros simplórios de julgamento, enganando-o com falsos pretextos.

Ludibriados por informações fora da realidade, não lembram que uma administração baseada no “puxa-saquismo”, tende a diminuir seus resultados progressistas ao longo do tempo.

O líder, com o EGO massageado pelos bajuladores, não consegue enxergar que sua derrocada será inevitável em um futuro próximo, e que o puxa saco, também puxa o tapete.
Decisões politicas são baseadas em suposições de ganho e agrado aos bajuladores e não em fatos técnicos de eficiência.

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Decisões politicas ou não devem ser pautadas em dados realísticos e palpáveis, se não, serão meramente ideias volúveis.

Desconheço na atualidade, até a presente data, um líder politico, que saiba distinguir, eficiência, eficácia e excelência em projetos gerenciais, pois nenhum as utilizou em beneficio da Nação, de um estado ou mesmo de um vilarejo.

Mas, expectativas de bem sempre carregamos em nossos corações, e ainda não perdi minhas esperanças, de que o futuro nos reservará surpresas.