Na tarde de sexta-feira, 12, estiveram reunidos no auditório da Câmara Municipal de São João do Sóter, os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) e comunidade em geral, para uma palestra sobre o Programa Família Acolhedora que tem por objetivo garantir às crianças e adolescentes que necessitam de proteção, o acolhimento provisório por família acolhedora e oferecer apoio às famílias de origem favorecendo reestruturação e contribuindo para reintegração familiar ou colocação da criança e adolescente em família substituta.

O Programa é vinculado à SEMAS - Secretaria de Assistência Social e de acordo com a Secretária de Assistência Social, Edna Rocha, a equipe responsável pelo Programa Família Acolhedora está muito comprometida com a causa. “Vestimos a camisa de Três Barras e estamos preocupados com o futuro dos nossos filhos e famílias, porque a família é a base de uma sociedade feliz”, disse 



Durante a palestra, ministrada pela própria Secretária de Assistência Social, foi enfatizado a necessidade de São João do Sóter ter famílias acolhedoras e orientou os interessados como é possível fazer parte do programa.

Após manifestar interessa, por meio de cadastro na SEMAS a Família Acolhedora durante algum tempo será acompanhada por uma equipe especializada e pelo Juiz da Vara da Infância e da Adolescência, responderá a um questionário e se estiver apta a ser uma família acolhedora, ficará a disposição do juizado para receber a criança ou adolescente precisando de acolhimento.

De acordo com o Programa, a família escolhida passará a receber uma ajuda de custo enquanto estiver cuidando do abrigado. Cada família só poderá receber um acolhido, exceto, tratando-se de irmãos, para que não ocorra a separação entre eles. Em ambos os casos só poderá ficar por um período máximo de seis meses na casa acolhedora, depois deste tempo a Vara da Infância decidirá o destino do acolhido.

“A gestão municipal acredita numa política de investimento humano e vê no Família Acolhedora um importante instrumento de garantia de direito às crianças e adolescentes da nossa cidade. O serviço de acolhimento vislumbra as possibilidades de toda criança estar inserida em uma família. Mais que um direito, é um ato de amor”., finalizou Edna Rocha.

Mano Santos
MTE: 0001419