No Reino Unido, o caso de uma mãe acusada de pisotear a filha até a morte em maio de 2014 chocou a população. Como se não fosse a morte em si não fosse chocante o bastante, a mãe confessou, nesta segunda-feira (21), que continuou recolhendo a pensão por seis meses após a criança ter morrido. Kathryn Smith, junto do seu namorado à época, é a principal suspeita na morte de sua filha de 21 meses, Ayeeshia Smith. A menina morreu em decorrência de um ataque do coração que, segundo a perícia, foi causada por uma pisada violenta.

Os médicos afirmam também que a criança estava tão machucada que parecia uma vítima de acidente de carro.  Kathryn se defende das acusações do assassinato da própria filha e responsabiliza o namorado. Um mês antes da morte da criança, ela havia ligado para a polícia pedindo que os agentes levassem seu namorado em razão do seu temperamento nervoso. "Não quero ele perto de mim nem da minha filha de novo", afirmou ela na ocasião.

A menina já era conhecida dos assistentes sociais. Entre junho e outubro de 2013, Ayeeshia ficou sob os cuidados dos assistentes enquanto sua mãe atravessava um relacionamento turbulento com outro homem. A mãe admitiu ter envolvimento com drogas e confirmou que usava maconha frequentemente durante a semana com o namorado.

IG com edição do iCaxias