Casos contabilizados foram registrados em 38 cidades maranhenses.
São Luís detém 26,25% dos casos registrados em todo o estado.

Do G1 MA
Chegou a 80, o número de casos de bebês com microcefalia no Maranhão , segundo novo relatório divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta segunda-feira (21). Os registros foram feitos em 38 cidades maranhenses e são baseados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc).

São Luís teve registro de 21 casos (26,25% do total do estado). Em Buriticupu (região oeste do estado) seis casos foram confirmados. Imperatriz e São José de Ribamar, município da região metropolitana de São Luís, cinco crianças tiveram confirmação de microcefalia.

O relatório aponta ainda ocorrências nas cidades de Coroatá (dois casos), Santa Inês (dois casos),São João dos Patos (dois casos), Timon (dois casos), Dom Pedro (dois casos),  Presidente Dutra (dois casos) e Barra do Corda (três casos).
Fazem parte dos municípios com registros de casos de microcefalia as cidades de: Açailândia, Aldeia Altas, Axixá, Buritinara, Campestre, Caxias, Chapadinha, Codó, Davinópolis, Esperantinópolis, Grajaú, Humberto de Campos, João Lisboa,  Loreto, Mata Roma, Miranda,  Paraibano, Pedreiras, Pio XII, Santa Rita, Santo Antônio dos Lopes, São Domingos do Azeitão, São Francisco do Brejão, Senador La Roque, Trizidela do Vale, Turiaçu, Urbano Santos e Viana.

Dentre os casos apresentados, um óbito foi confirmado em São José de Ribamar, município da região metropolitana de São Luís.

Novo protocolo
O Ministério da Saúde divulgou no último dia 14, um protocolo a ser adotado por profissionais da rede pública e particular em combate ao surto de microcefalia. Dentre as recomendações estão o reforço de políticas contraceptivas e orientação a famílias que têm filho com suspeita de microcefalia ou sintomas semelhantes aos do zika vírus.

Agora, crianças com suspeita de microcefalia deverão passar por exame de ultrassonografia – em casos extremos, será necessária tomografia. Mulheres grávidas devem ser orientadas sobre como o uso de repelentes ou de roupas compridas pode evitar a picada do mosquito Aedes aegypti, vetor do zika vírus.
Fonte: G1 Ma